16 dezembro 2015

QUERIDO JOHN

Ufaaa... eu nunca demorei tanto para ler um livro, cerca de 15 dias para um livro pequeno, mas não é por conta da história, eu achei Querido John do Nicholas Sparks muito envolvente, triste, mas a história é muio bonita. 

Juro que é a última vez que vou usar isso como desculpa, até porque acabou, mas esse tal de TCC estava acabando comigo, isso mesmo, agora acabou, estou aprovada e eu ainda sinto estranhamento em dizer: 
- Eu sou psicóloga! ... mas, eu sou. Lutei por incríveis e incansáveis cinco anos e a hora da conquista chegou! Da medo, tem muita responsabilidade, mas a sensação é boa. 

Ok.. ok.. vamos ao que interessa,pois foi o que trouxe você até aqui. Querido John foi um livro que entrou na minha vida por acaso, ganhei de uma pessoa que eu gosto muito, porém conheço a pouco tempo, de amigo secreto, quando ela me deu o livro ainda nem podia imaginar o quanto o livro me envolveria já que meu baby se alistou e está indo para o exército. 

Eu fiquei muito envolvida na história e ficava com raiva cada vez que eu precisava parar de ler, é um livro triste no geral, até nas cenas felizes dava pra sentir a tristeza transpassar. 

Seria estranho eu dizer que não gostei do final, não foi bem assim, eu gostei, mas foi muito real, não teve nada de fantasias e contos de fadas, foi doloroso como a vida real. Claro que no meu caso é diferente, eu não conheci meu namorado em uma licença de verão e nós já temos longas histórias pra contar ao longo dos 7 anos juntos, mas mesmo assim me fez comparar, quero continuar vivendo meu conto de príncipe e princesa, não quero abrir os olhos para a realidade, não para o romance. 

Talvez seja isso o que mais me chamou a atenção no livro, em nenhum momento o Nicholas quis nos agradar, ali estava realidade nua e crua que fazia doer.

É uma história cheia de personagens bacanas, nenhum malvado ou bonzinho, os problemas que traziam era a vida, encontros e desencontros, lugar certo na hora certa. Minha última expressão depois do ponto final foi "Coitado do John", não que os outros não sofressem, mas ele era o único sem ninguém e sozinho a dor sempre é mais aguda. 

Confesso que senti raiva da Savannah em diversos momentos, mas prefiro acreditar que todas as suas decisões foram por conta de sua inocência, afinal, todo mundo tem um motivo para tomar qualquer decisão, só vivendo para compreender. 




Nenhum comentário:

Postar um comentário

.