26 abril 2016

50 FATOS SOBRE "A MENINA SUBMERSA" - RESENHA

Pensa num livro confuso. Para mim "A Menina Submersa" da Caitlín R. Kiernan é um exemplo perfeito.

Claro que essa edição especial do livro é linda, magnífica, espetacular, extraordinária e maravilhosa.


A ideia do livro também é muito boa: Uma garota que sofre de esquizofrenia e resolve escrever uma história de fantasmas, fantasmas aqui são bem diferentes do que entendemos como fantasmas, não é aquela coisa do outro mundo que arrasta correntes, é tudo aquilo que nos persegue, esteja morto ou vivo.

Imp, nossa protagonista, já perdeu a mãe e a avó que sofriam de desequilíbrio mental e cometeram suicídio. Ela conhece Abalyn, uma transexual e passam a ter um relacionamento verdadeiro e invejável, onde realmente uma se preocupa com a outra e estão dispostas a abrir mão de qualquer coisa pelo bem estar da outra, pelo menos é o que Imp nos conta apesar do fim bagunçado.

Ok. O livro é lindo e a ideia da história é fantástica. Onde onde está o problema então? Na linguagem.

É um vai e vem de presente, passado e as vezes futuro, Imp fica brincando entre primeira e terceira e pessoa e nem ela mesmo sabe diferenciar o que é verdadeiro e o que é falso, conta a mesma coisa diversas vezes, a combinação é extremamente confusa.  

Demorei demais para terminar o livro, é preciso ter muita paciência para ir até o fim, mas eu fui e assim que cheguei na última página reuni 50 fatos sobre o livro e contei lá no canal para vocês: 


Nenhum comentário:

Postar um comentário

.